Este post é de um grupo sugerido
A Casa dos Budas Ditosos (Teatro Castro Alves em Salvador, 2026)

Eu amo - AMO! - peças onde a ação verbal nos conduzem pela nossa imaginação. É como pegar a nossa "criancinha mental" pela mão e levá-la pelo labirinto do que ela vê, ao ouvir o ator - a atriz - que atriz! - Fernanda Torres! - narrando a peça.
A primeira coisa: os políticos deveriam cair duros e com espasmos, ao ouvirem o que significa narrar - e não aquilo o que eles chamam "narrativa", atualmente.
Segunda coisa: Quem domina a respiração, faz o tempo da ação ficar em suas mãos e Fernandinha - é grande = enorme - em cena - e sem se mexer.
Terceira coisa: A plateia baiana tem peculiaridades estranhas, como o desespero que a leva a rir - tantas vezes espasmodicamente e em momentos estranhos. Poucos atores conseguem a sutileza das falas e principalmente das pausas para controlar a "ênfase baiana" pela risada louca e…









