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Bug Cinema

Público·89 membros

“Caso 137”/ “Dossier 137” (Autoral Filmes, 2025)


Que filme! Você é exposto ao pouco que virou o exercício de autoridade nas forças policiais, com “controladorias controladas” pelo corporativismo. Cada espectador reconhece que todos querem cartas marcadas, embora “queiram denunciar freneticamente” quando não se sentem partes daquele bolo.

                  Roteiro engenhoso, que parte dos protestos dos “coletes amarelos” franceses, que todo mundo viu na TV, com as respostas que ninguém no mundo precisou de TV pra aprender. A policia faz o que quer e depois diz que a culpa é de quem teve que encarar o tiro, a porrada e a bomba. Você fica enojado durante a exibição? Sim. Na vida real você se sente assim? Se não, talvez você faça parte de alguma panelinha de poder.

                  Direção incrível de Dominik Moll, que nos arremessa para questionamentos como o preço do poder ou a diferença entre energia e violência, num roteiro irritantemente perfeito de Gilles Marchand e Dominik Moll.  A interpretação perfeita, sem glamour nenhum, totalmente  realista, é de Lea Drucker. Que atriz! Como a polícia investiga a polícia? Ela mostra como deveria. Como a população se vê diante da polícia? Ela vai em busca dessa resposta; como a polícia reage à ação da controladoria da polícia? Ela sentirá na carne; Quando o cidadão comum é vítima da polícia, o que devemos esperar? Há esperança para uma força policial onde a autoridade, que deveria combater o autoritarismo, é combatida pelos seus pares? E ainda mais uma pergunta, a crucial: as repúblicas precisam “desse tipo de proteção” ou já evoluímos para a aplicação da lei e da justiça para todos? O que esperamos afinal que os órgãos de repressão reprimam?

                  Imperdível. Cada candidato a cargo público de cada país deveria responder a essas perguntas, antes de se candidatar a algo.

Ana Ribeiro, diretora de cinema, teatro e TV

 

Puxa vida, como a vida pode ser tão injusta! E temos sempre a sensação de que nem toda a gente sofre tanta injustiça como nós sofremos, até, por exemplo, assistir a um filme destes, sobre fatos verídicos e perceber que as injustiças estão por todo o lado, por todo o mundo. Cada uma pior do que a outra. As injustiças, os mal entendidos, a união na corrupção e incompetência, a hipocrisia e a mentira descarada, o corporativismo, etc, etc, etc. Por todo o lado lá está esta gente, sabendo circular, asfixiando cada vez mais as pessoas de bem, ameaçando as pessoas que assistem à injustiça e já não acreditam que sua participação pode contribuir e que também não se vão prejudicar. E o mundo vai seguindo, como se tudo estivesse bem. Aí, você que tenta lutar por melhores condições de vida e que se junta com familiares e amigos, pode ter sorte, ou não. E quando não tem, gente, só piora, te leva em direção a um caminho difícil e aparentemente sem saída.

A burocracia também é outra questão muito bem colocada no filme. Cada vez precisamos de escrever mais ofícios, mais e-mails, mais pedidos, mais formalidades, cada vez precisamos esperar mais, cada vez precisamos ter extremo cuidado nas palavras que falamos, escrevemos.

Tanta coisa importante está neste filme. Precisa ser um filme obrigatório nas Universidades de Direito, nas escolas militares, de policiais, de forças de segurança. Ensinamos tanta coisa nas escolas, mas continuamos a não ensinar a lealdade, a justiça, a sinceridade, a honra, a nobreza, a grandeza, a gentileza, a empatia, a justiça, a justiça, a justiça.

Todos os atores foram sensacionais, mas preciso destacar Léa Drucker. Que desempenho meu Deus!

Amei o filme, sensacional, extraordinário, mas meu estômago ficou virado do avesso pela forma como o corporativismo nos estrangula.

Mais uma vez uma enorme, enorme honra poder assistir a um filme tão importante, tudo devido à gentileza da Autoral Filmes. Gratidão profunda

Ana Santos, professora, jornalista

 

Sinopse: O caso 137 parece rotineiro para Stéphanie, uma pesquisadora de assuntos internos, até que um elemento inesperado o transforma em algo mais.

Direção: Dominik Moll

Elenco: Léa Drucker, Jonathan Turnbull, Mathilde Roehrich

Trailer e informações:

https://www.imdb.com/pt/title/tt34794183/


ESTREIA NO CINEMAS BRASILEIROS NESTA QUINTA-FEIRA (16/4)


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