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“CALOTE! DE NOVO!” Bug Sociedade



“CALOTE! DE NOVO!” Bug Sociedade

Claro que todos sabíamos o que estava acontecendo nas vésperas do 1º e principalmente do 2º turno da nossa última eleição – aquela “queima de dinheiro” ia sair do nosso bolso em alguma hora. Pronto. Chegou a hora.

O “assediador” da Caixa, emprestou o que não era dele – era nosso. Nosso dinheiro. Usual. Enquanto a gente, a tal direita, o centro e a esquerda batem na mesa pra saber quem ganha aqui na geral, lá na política de mangue, de esgoto, me lembro muito bem de Collor desviando todo o nosso dinheiro – para a novela – TODO É TODO MESMO! Ele nos deixou amargando 50 dólares na poupança, no maior confisco da história. Saiu impichado porque naquele tempo o Congresso ainda mantinha pessoas sérias. O Congresso da eleição passada – e esse ainda é pior! – avalizou essa boiada ou, digamos, “vendeu” a boiada com o orçamento secreto que o presidente da Câmara ainda não engoliu perder, dando micro golpes no nosso voto para o executivo todo dia.

Esse golpe, o da Caixa, presente no nosso bolso atualmente, pra eles – os deputados e senadores - já está no passado. O próximo micro golpe é querer que Marina Silva e Sonia Guajajara queiram sair dos Ministérios que têm e que ganharam com o nosso aval. Já assinei tudo o que passou na minha frente, já cobrei de cada deputado nocivo, venenoso, já me programei pro Twitaço, já firmei meu apoio contra o marco temporal, já pedi aos ministros do STF que avaliem com amor não arrancar a terra do nosso povo – em tempo – meu povo não é branco, aristocrata, que “se acha a última bolacha do pacote”. É miscigenado como eu. E nós sim, a nossa postura, a nossa dignidade são a última bolacha do pacote. Peruquete é nocivo. Boca suja é nocivo. Pitizeiro é nocivo. Excelência botox/lifting é ridículo. A falta de maturidade desses homens é extremamente nociva pra quem trabalha na vida. Mas, sobretudo, ver milhões morrendo de fome e ter a desfaçatez de tentar desviar mais ainda é... nojento.

Portanto, amanhã vamos colocar a nossa corda no pescoço deles e apertar forte no twitaço, na quarta é o último dia da vacina de gripe – ninguém aí quer morrer de doença com vacina, né - e na quinta, se Deus quiser, a corja começa a sair de Brasília porque trabalhar mesmo, só terça e quarta.

E na hora de votar – e daqui a pouco tem prefeito e vereador – não caia nessa mentira de que eles têm partido e ideologia – um cara que troca de partido 8, 9 vezes, acredita em quê que não seja o próprio bolso? A ideologia do Ali Babá, só se for. “Abre-te Sésamo” e a Caixa vai pegar 2 BI-lhões do FGTS – claro – do nosso dinheiro - pra tapar parte do rombo que o ex-presidente deixou lá.

Agora brigue com o vizinho, pare de falar com sua tia, fique de mal com o mundo e faça mesmo papel de besta, eu hein... Nem os marcianos aguentaram...

Ana Ribeiro, diretora de cinema, teatro e TV


“Cada dia uma surpresa” Bug Sociedade

O Benfica venceu o campeonato português de futebol. Cada ano o campeonato fica mais perigoso, mais agressivo, mais impregnado de guerras, ameaças, problemas, polêmicas. Isso é muito preocupante. Ao mesmo tempo também nos mostra novos jogadores, talentosos, trabalhadores, surpreendentes – João Neves do Benfica é um deles.

Rony, jogador do Palmeiras, fez um golo que vai ser lembrado por toda a eternidade. O VAR anulou, mas não anula a nossa memória nunca. As melhoras nas técnicas de verificação devem existir para diminuir a interpretação e aumentar o valor dos fatos claramente. Lembro de novo que o Tênis tem as câmeras de vídeo para todos verem o local verdadeiro onde a bola caiu. Não tem fuga. O Rugby tem écrans em todo o estádio e jogadas duvidosas são analisadas pelo árbitro e pelos capitães de cada time do seu lado, perante todo o público, em que comenta e explica por microfone, que falta aconteceu, que regra se desobedeceu e o que é correto fazer. Todos veem o que vê o árbitro e todos seguem seu raciocínio. Não existe mais do que fatos.

No Voleibol as verificações por câmera são cheias de pedidos e restrições – existe um tempo, não se pode pedir para verificar qualquer ação ou mais do que uma ação na mesma jogada. Faz com que o “depende” tenha espaço. O Basquetebol também tem pedidos de verificação por vídeo mas funciona como o VAR do Futebol. Depende. No futebol, se aumenta o número de árbitros, se coloca câmeras, 4 a 5 pessoas no VAR, para depois as decisões serem tomadas da mesma forma e com os mesmos critérios – depende. Se sempre depende para quê aumentar as despesas, as câmeras, os profissionais?


Sérgio Conceição, um treinador com perfil “velha guarda” digamos assim – atual treinador do F.C. Porto. Comportamento de macho, de homem viril, alegria na vitória e cara fechada na derrota, refilão quando não consegue o que quer, doce quando consegue o que quer. Poderia ser um dos melhores treinadores do mundo se melhorasse esse perfil. É tão fácil fazer essa mudança. É uma pena. Abel Ferreira chegou ao Brasil cheio de cuidados e de inovações, conseguiu grandes objetivos, mas seu comportamento no campo precisa ser melhorado drasticamente. No resto, é quase perfeito. Eu me pergunto onde estão os profissionais de psicologia esportiva nestes dois clubes. Porque nos dois clubes e com os dois treinadores, ganhar está acima de qualquer coisa – menos da família, sei disso – mas se está acima de qualquer coisa, porque não melhoram esses comportamentos? Porque não adquirem comportamentos que os aproximam mais da vitória? Ainda ninguém lhes disse o quanto podem ir mais longe se o fizerem? Não entendo.


Na política, passaram 5 meses desde que passamos o Cabo das Tormentas, para o cabo da Boa Esperança e em cada dia vem uma surpresa pior do que a anterior, do que foi feito neste passado tão tenebroso. É uma lista invejável diga-se. Isto se sabe em 5 meses. O que será que vamos saber amanhã? Os adjetivos começam a faltar.


É um choque saber e ver imagens de Roger Waters utilizando roupa nazi/nazista e disparando uma metralhadora, em show. Outro choque é saber que o Ministério Público precisou abrir uma investigação de crime de discurso de ódio aos autores de um jogo da internet que simulava transações de "escravos": permitindo comprar, vender e até torturar pessoas negras. Esse jogo estava na loja digital de aplicativos da Google. Como é que é?


Tem coisas que não têm solução e precisamos aceitar. Como perder. Mas tem coisas que precisamos aceitar que podem ser mudadas, como os comportamentos dos treinadores, como melhores ideias para aplicativos, como por exemplo. Difícil isso hein?

Ana Santos, professora, jornalista

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